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TCE realiza reunião sobre obra de drenagem e pavimentação da Zona de Expansão de Aracaju

​​​O Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) realizou nesta segunda-feira, 17, uma reunião para discutir o andamento das obras de drenagem e pavimentação da Zona de Expansão de Aracaju. O encontrou contou com a presença de representantes da Prefeitura de Aracaju e do consórcio responsável pela execução do projeto, e teve como objetivo identificar os principais gargalos e contribuir para que os entraves sejam solucionados e o cronograma seja cumprido.

De acordo com o conselheiro do TCE/SE, José Carlos Felizola, relator da área, a iniciativa considera reclamações encaminhadas ao Tribunal pela população. Entre os pontos que demandam atenção estão questões relacionadas às desapropriações e à atuação da Iguá, responsável pelos serviços de saneamento.

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“Nosso papel nesse momento específico​ é instaurar esse processo de acompanhamento para que a gente possa cobrar as soluções dos problemas que porventura ocorram na obra”, explicou o conselheiro. Segundo Felizola, o acompanhamento busca reunir os diferentes atores envolvidos para encontrar soluções que permitam a conclusão do projeto dentro do prazo previsto.

O cronograma contratual estabelece janeiro de 2027 como prazo para conclusão da obra. Para o conselheiro, a proximidade do prazo reforça a necessidade de articulação entre os órgãos e empresas envolvidos.

Andamento da obra

Durante a reunião, a vice-presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Fabiola Medeiros, apresentou informações sobre o estágio atual da intervenção. Segundo ela, a primeira etapa do projeto, que compreende o trecho entre a Estrada do Matapuã e a Rodovia Chico Mendes, está em estágio avançado na parte de micro e macro-drenagem.
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“A gente já está com os 11 canais perpendiculares executados, está terminando o 12º, e toda a parte de drenagem do canal principal também. Então, o que falta é apenas fazer base, sub base e chegar com a pavimentação”, conta.

A obra de micro e macrodrenagem é considerada estratégica para a região, que enfrenta historicamente problemas relacionados ao escoamento das águas. A execução, no entanto, também provoca impactos temporários na mobilidade e na rotina dos moradores, motoristas e usuários do transporte coletivo.

Para o conselheiro José Carlos Felizola, justamente por se tratar de uma intervenção de grande relevância social, o acompanhamento do Tribunal deve considerar tanto a necessidade de conclusão da obra quanto os transtornos provocados durante sua execução.

“O Tribunal de Contas já vem se mantendo vigilante. Não é a primeira nem a última vez que o Tribunal de Contas, especificamente nessa obra, atua. O nosso papel será justamente buscar entender quais são os problemas e gargalos para que a gente possa intermediar para que eles sejam solucionados o mais rápido possível”, afirmou.

O TCE/SE deverá seguir monitorando a execução da obra e os encaminhamentos adotados pelos órgãos e empresas envolvidos para superar os entraves identificados.

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