O Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) realizou, na quarta-feira, 9, a segunda edição do curso “Do Conceito à Ação: Inteligência Artificial no Trabalho Técnico do TCE/SE”. Promovida pela Diretoria de Modernização e Tecnologia (DMT), em parceria com a Escola de Contas Conselheiro José Amado Nascimento (Escontas), a capacitação aconteceu no mini-auditório da Escola de Contas, com foco na aplicação prática da inteligência artificial às atividades técnicas do controle externo.
A iniciativa foi pensada como uma formação introdutória e prática, apresentando aos participantes conceitos fundamentais de Inteligência Artificial (IA), mas também possibilidades de uso dessas tecnologias em situações presentes na rotina profissional. Entre os objetivos estão a modernização dos processos de trabalho, o aumento da produtividade, o apoio à análise documental e processual e a elaboração de conteúdos técnicos.
Instrutor da capacitação, o auditor de Tecnologia da Informação, Pedro Silva Neto, explica que a segunda edição amplia o acesso ao conteúdo apresentado anteriormente e aprofunda a relação entre os conceitos de inteligência artificial e as ferramentas que vêm sendo desenvolvidas dentro do próprio Tribunal.
“O curso traz não só a parte conceitual, que é a inteligência artificial, o uso ético, a questão de segurança, normativos, mas principalmente o ferramental que vem sendo desenvolvido pela Diretoria de Modernização de Tecnologia nesse segmento e o seu uso na atividade finalística do órgão.”
Durante a formação, os servidores tiveram contato com a plataforma institucional MARIA, além de conhecer recursos de ferramentas de IA generativa, como OpenAI, ChatGPT, Anthropic Claude e Google NotebookLM, a partir de aplicações relacionadas ao cotidiano profissional. A proposta é demonstrar como essas tecnologias podem ser utilizadas como ferramentas de apoio, especialmente em tarefas que envolvem análise de documentos, organização de informações e produção de conteúdos técnicos.
A programação também abordou aspectos relacionados ao uso responsável da inteligência artificial no serviço público, incluindo ética, segurança institucional, confiabilidade das informações e senso crítico na utilização dos recursos tecnológicos.
Foto: Marcelle Cristinne