Conheça Sergipe

Sergipe é o menor estado brasileiro, com 21.962,1 Km2. Localizado no litoral da região Nordeste, entre os estados da Bahia e de Alagoas, e uma população estimada de 1.784.475 habitantes.

 O estado de Sergipe possui 75 municípios que abrigam ecossistemas variados  com belíssimas paisagens, cidades históricas – Laranjeiras e São Cristóvão,  além de manifestações culturais e artesanais próprias.

 A capital de Sergipe é o município de Aracaju, considerada a cidade com  melhor qualidade de vida do Brasil. Ela foi fundada em 1855, sendo a primeira  cidade planejada do país. Devido ao pequeno tamanho do Estado, a cidade  mais distante da capital é Canindé, a 213 km.

Dados Gerais

Localização:  Nordeste

Área: 21.962,1 km²

População: 1.784.475 habitantes

Relevo: Planície litorânea com várzeas e depressão na maior parte do território

Ponto mais elevado: Serra Negra (742 m)

Rios principais: São Francisco, Vaza-Barris, Sergipe, Real, Piauí, Japaratuba

Vegetação: Mangues no litoral, faixa de floresta tropical e caatinga na maior parte do território

Clima: Tropical atlântico no litoral e semi-árido
Hora local: Horários de Brasília
Capital: Aracaju

Habitante: Aracajuano, aracajuense

População: 461.534 habitantes

Data de fundação: 17/3/1855




Artesanato


 

 

Fonte:Gov.de Sergipe

 O artesanato é uma forma de trabalho encontrada em grande parte  do território sergipano. Entre as peças, há as que se destacam pela  beleza e riqueza de detalhes, como é o caso da renda irlandesa,  confeccionada no município de Divina Pastora.

 A cerâmica de Santana do São Francisco, antiga Carrapicho, reúne  comunidades de artesãos. A principal fonte de renda do município é o  artesanato de argila e sua confecção envolve adultos e crianças .

O artesanato de Sergipe ultrapassa fronteiras regionais, abastece lojas sofisticadas de artigos de decoração e fornece rendas e bordados para confecções de grifes famosas.
Além da renda irlandesa e da cerâmica, a cestaria é outro tipo de artesanato encontrado em Sergipe. Todavia, é no setor de bordados e rendas, que o artesanato sergipano ostenta grande produção. É freqüente observar, em vilarejos e povoados, mulheres sentadas em frente às suas casas bordando. O bordado característico é o rendendê, associado ou não ao ponto de cruz. São produzidas toalhas e caminhos de mesas, colchas, panos de prato, blusas, entre outros.

Ainda é possível encontrar no sertão do estado, mais precisamente no município de Poço Redondo, as rendas de bilro, peças de madeira compostas de uma haste com a extremidade em forma de bola ou fuso, que recebe o nome de 'cabeça de bilro'.


 

Artesanato e o Sertanejo


O artesanato de couro está ligado à vida sertaneja. Chapéus, apetrechos de montaria, gibão, sandálias, além de cintos e carteiras. Além do couro, a madeira também é utilizada para confecção de utensílios, como colheres de pau e gamelas de todos os tamanhos, tamboretes, apitos de chamar passarinhos e produção figurativa.

As cidades do estado que se destacam por este artesanato são: Santana do São Francisco, Simão Dias, Cedro de São João, Aquidabã e Própria. Em Aracaju, o artesanato de todo o estado pode ser encontrado no Centro de Turismo, no Mercado Central, no Centro de Arte e Cultura da Orla de Atalaia e na feirinha da Praça Tobias Barreto.

 

Cidades Históricas


Sergipe possui uma grande herança histórica e cultural.Duas cidades se destacam por serem verdadeiros museus 'vivos' a céu aberto: São Cristóvão e Laranjeiras.

São Cristóvão é a quarta cidade mais antiga do Brasil e foi também a primeira capital sergipana. Laranjeiras preserva seus antigos casarões, frutos de uma época na qual a cidade, no auge do ciclo canavieiro, foi chamada de 'Atenas Sergipana'. Laranjeiras abrigou, em séculos passados, uma vida econômica e sócio-cultural pulsante, com gabinetes de leitura, clubes de teatro e jornais.

Além do patrimônio material, as duas cidades históricas também são conhecidas pelo folclore de tradição secular, com seus cantos e contos sobre a história do passado em constante diálogo como presente. Seguindo por estes caminhos, o turista poderá levar para si mais conhecimento sobre esse pedaço do Brasil.

 


 

Gastronomia Sergipana



A culinária sergipana é uma das mais ricas em variações de todo país. Há sabores que fazem a diferença por sua especificidade na gastronomia brasileira. Um belo espetáculo de gostos, cheiros e cores aguçam os sentidos dos sergipanos e do turista.

Dentre suas diversas especialidades estão ascomidas ligadas à vida litorânea, aos rios e estuários que cortam o território sergipano, que cultiva o hábito de consumir caranguejo ao molho vinagrete, sobretudo das cidades praieiras ou ligadas a manguezais. O guaiamum, outra espécie também extraída dos mangues, pode ser servido com um delicioso pirão e divide com o caranguejo a opinião dos degustadores quanto ao melhor petisco.

Na ‘Passarela do Caranguejo’ ou em outros locais da Orla e da cidade de Aracaju, são servidas as casquinhas de siri recheadas com a própria carne do crustáceo e os caldinhos de sururu, ostra e camarão. Nas praias do Abaís e do Saco é possível encontrar a saborosa moqueca de siri na palha de adicuri (ou ouricuri). A culinária à base de frutos do mar recebe o reforço dos peixes de água doce, considerando a proximidade do Rio São Francisco, o que facilita esta comercialização.

Entre a vasta relação de ingredientes que dão sabor à culinária sergipana, o coco é sem dúvida um dos mais utilizados nos diversos pratos. Com presença marcante na paisagem litorânea, os coqueirais dão base de sustentação à economia sergipana. Desde as raízes – utilizadas como chá, servem de remédio caseiro contra o amarelão - às folhas, tronco e casca, o coco pode ser utilizado. A água e a carne do fruto são bastante apreciadas. Além disso, o coco é o principal ingrediente da queijada, doce encontrado em Sergipe com um sabor inconfundível.

Outro ponto forte da culinária sergipana são os sucos de frutas nativas, dentre essas, a mangaba e o caju, presentes em quase todo o estado. Além dessas, vale a pena provar o umbu, manjelão, murici, jabuticaba, cajá, pitanga, pitomba, carambola, acerola, ubáia etc. Todos de excelente sabor e que formam um mosaico de cores e gostos. As tradicionais frutas tropicais também agradam o paladar de qualquer visitante, como o abacaxi, maracujá, melão, limão, goiaba, graviola, jenipapo, manga, pinha e melancia.


Dentre os produtos de origem animal, além de estar presente em todo o Nordeste, em Sergipe a carne de sol recebe uma importante parceira que é o pirão de leite. A especialidade fica por conta do município de Cedro de São João, anfitriã em servir o delicioso prato. E por falar em pirão, o melhor mesmo é provar a sua diversidade: pirão de capão, pirão de pitu, pirão da buchada de bode e os já citados, pirão de guaiamum e pirão de leite.

Pelas ruas de algumas cidades é comum escutar os pregões (cantos dos vendedores ambulantes) anunciando “sarôio, beiju molhado, malcasado e pé-de-moleque!”. Essas comidas fazem parte da herança da culinária indígena e africana e são vendidas nas ruas. Seu principal ingrediente é a macaxeira.

Na época das festividades do Ciclo Junino pode – se encontrar comidas que estão ligadas diretamente à colheita do milho. Canjica, mungunzá, bolo de milho, pamonha, cuscuz e o próprio milho verde assado ou cozido. O município de Carira, no semi-árido sergipano desponta como forte produtor de milho.


Palácio Museu Olímpio Campos


Fonte:Criação e Fotografias - LINEU

 No dia 17 de março de 1855, atendendo ao crescimento da indústria  açucareira, Ignácio Barbosa, Governador da Província de Sergipe Del Rey,  transfere a capital da província - de São Cristovão para Aracaju - às margens  do rio Cotinguiba* por onde, em pequeno cais, era embarcado mais da  metade do açúcar exportado pelos nossos engenhos.
 A área onde se ergueria nossa capital era região alagada, manguezal, riachos  e bancos de areia. O engenheiro José Sebastião Pirro projeta uma cidade de traçado moderno, quadras regulares e uniformes.

Nossa cidade cresceu mantendo o desenho do "quadrilátero de Pirro".
Nosso palácio foi construído de imediato. No ano de 1863 já era sede do Governo da Província. Sofreu reformas e adaptações até ganhar na década de 1920, no governo Gracho Cardoso, o formato, detalhes, acabamentos e obras de arte agora perpetuados com a restauração inaugurada no dia 21 de maio de 2010.
Transformado em Palácio Museu Olímpio Campos encanta a todos que o visitam ou participam de eventos culturais.

 

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Dados estatísticos e informações obtidas nos sites
www.governo.se.gov.br
e www.ibge.gov.br

Crédito das imagens e fotografias: Governo do Estado de Sergipe


 

 

 

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